20 Agosto 2026
Ciclismo
As férias ainda duram mas já foi sendo altura de colocar o corpo a mexer.
Restringido à bicicleta, só porque sim, e sem grandes abusos, é um retomar lento e cuidadoso para que possa mais rápida e indolormente (como se isso fosse possivel) voltar ao ritmo de então.
Normalmente estrago-me à grande na primera semana. Na segunda já é assim assim e na terceira, fico muito mais regrado e coloco os treinos na estrada.
Mas este ano alterei ligeiramente o figurino mas assim de forma não planeada. Aconteceu.
A primeira semana foi feita no areal, com refeições leves, praticamente zero asneiradas no que concerne aos guilty plesures tal como alcool e doces.
A segunda semana já foi mais carregada com bons repastos ao almoço, com tudo a que se tem direito.
A terceira semana, esta, que já deveria ser mais leve e limpa, tem acabado por não ser. Tem sido assim um dia sim, dia não, num registo de se apetecer, força!
Mais rigorosamente foi o planeamento dos treinos (mas sempre com aquele sentimento que se não apetecer, não se faz porque afinal férias são férias).
Três treinos na semana, espaçados por um dia de descanso entre eles.
Ficou assim:
Domingo; 23 km em 55 minutos - foi mesmo só para rolar e com um percalço (já descrevo no fim)
3ª feira: 56 km em 2 horas - feito à tarde (tem a ver com o que irei descrever no fim, como disse anteriormente) com muito, mas mesmo muito sofrimento nos 20 k finais. Muito calor, corpo entorpecido, àgua nos bidons ficou quente e num ponto de abastecimento, sabia a terra e ficou quente novamente.
5ª feira: 40 km em 1:27 min - já aqui e ali a espaços com algumas sensações boas, não descurando que o terreno não facilita pois sempre sobe e sempre desce, com pouco plano. Ainda se juntando algum vento mas principalmente lateral. Soube melhor que o anterior.
Fica feito. Agora no domingo no regresso ao grupo, logo se verá mas é certo que haverá sofrimento. Isso é certo.
Ainda assim foi melhor que nada e já deu para. acima de tudo, matar o bicho,
E poderia nada ter acontecido. No domingo quando chegou hora de sair, foi com espanto que percebi ter esquecido o calçado. Mas a vontade era tanta que acabei por ir na mesma, no risco, levando tenis normais.
Depois houve que gastar uns trocos e mandar vir uns novos que, apesar de rápida entrega, só permitiu sair na tarde de terça-feira. Mas quem se pode queixar?
Ficam uns tenis novos para guardar na gaveta suplentes para entrar ao serviço quando os actuais morrerem.