03ABR2026
Ciclismo
Primeiro éramos para ser 2, depois só eu, depois 2 ou três, depois só eu outra vez e no fim dois.
Juntámo-nos a um grupo de vários perdidos como nós e lá seguiu um belo cardume por esse mar de estradas fora.
Trazia na ideia de realizar uma volta de 120 km mas ficava assim no bolso para outra ocasião pois quem mandava no percurso era quem ia na frente.
Bom ritmo com pedalada vigorosa e num instante estava-se de regresso à cidade. Era cedo e a vontade era de pedalar mais. Ficámos só dois.
Seguimos. Levei-o até casa e continuei.
Estava calor e não houve paragens para café mas deveria ter parado para um refill.
A hora avançava e era dia de ir comer peixe (sim porque na 6ª feira Santa não se come carne).
Enquanto fazia contas às horas e aos km, já tinha metido na cabeça realizar afinal os 120, ainda que nesta volta contorcida e semi acompanhada.
Ir por aqui ou por acolá. Não me conseguia decidir muito bem mas continuava.
A fadiga começava a apoderar-se do corpo e da cabeça não ajudando ao raciocinio. Os bidons estavam vazios e eu acusava ja alguma desideratação.
Mais estrada menos estrada e virei em direcção ao caminho mais curto para casa.
Quando lá cheguei, o garmin marcava exactamente (precisamente), 120 km!!
Não é uma volta longa, não é uma volta curta. Saborosa pela diferença, pela companhia e pelo solo final já moído e sem gota.
E isso é que não pode ser, especialmente quando o calor regressa.
relatos caseiros e feitos à mão sobre maratonas, raids, passeios, provas e outras voltas em BTT, Ciclismo e tudo mais.
sábado, 4 de abril de 2026
Santíssima 6ª feira de Páscoa
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário