quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

EIRAS SINGLE STRACK 2009

Eiras - Coimbra
22\02\2009


Eis uma prova que à partida se adivinhava no mínimo interessante. Conforme já referi anteriormente, tudo o que diga single track chama imediatamente pela minha maior atenção.
No entanto, tudo o que sejam provas de single tracks carecem de rigorosa preparação ou os seus praticantes correm o risco de não conseguirem espaço para rolar. As inscrições eram limitadas a 150 atletas o que era um bom sinal. Mas já lá iremos...


Breve história:

Eiras é uma freguesia portuguesa do concelho de Coimbra, com 9,02 km² de área. É uma das grandes áreas de expansão da cidade de Coimbra a norte, tendo sofrido grande crescimento urbanístico nos últimos anos.




(Altimetria não disponibilizada)


Organização: http://www.rodapedaleira.blogspot.com/
Inscrição: 7,50 euros
Km anunciados: 30 km
Localização: Eiras - Coimbra (242 km)


O plano estava bem traçado: uma vez mais, o amigo Rui conseguiu incluir no seu plano de treinos esta prova de BTT pelo que tive companhia.
Assim contámos com a preciosa generosidade e hospitalidade da sua amiga Cátia que nos disponibilizou a sua residência em Leiria para que pernoitássemos de véspera. A ela os meus sinceros agradecimentos.

Partimos de Setúbal pouco passava das 16:00 horas e ao final da tarde estávamos já comodamente instalados para um serão tranquilo em frente à TV para vêr o Barça-Espanhol (derby da cidade catalã), os minutos finais do Sporting-Benfica, e ainda o final da etapa do dia da Volta a Califórnia onde os "tubarões" do ciclismo andam a "aquecer" para a época que aí vem.


Para o jantar encomendámos 2 pizzas médias. No entanto ocorreu um erro e enviaram 2 pizzas familiares. Nem Leiria inteira conseguiria comer aquele exagero de pizzas, que ainda por cima não eram grande "espingarda".





É pizza até à morte......


No dia seguinte nasceu um enorme Sol torrado a fazer anunciar um belo dia. Arrancámos cedo para Coimbra e pouco depois já andávamos de candeias às avessas à procura da Freguesia de Eiras. Nada de grave.

A partida, anunciada para as 09:00 horas foi retardada meia-hora (ou seria a concentração que estava anunciada para as 09:00 horas?? nem um telefonema de véspera para o amigo Tiago que foi à net verificar, serviu para desfazer a dúvida).
Fica a dica: inscrições e pagamentos no próprio dia não ou então ter infra-estrutura suficiente para lidar com a situação. Mas o atraso até veio a jeito pois deu para últimar preparativos com maior tranquilidade.



Rui "multi-cores" nos últimos "mimos" à bicicleta, iluminado por uma aura radiosa.


Logo no arranque gerou-se alguma confusão: a organização resolveu dividir o andamento entre aqueles que gostam de descer a sério e com maior aptidão e os que iriam em andamento mais ligeiro e cauteloso.
A ideia era boa. Tentava-se que uns não atrapalhassem outros. No entanto não resultou pois muita gente não quis dar parte fraca e juntou-se ao grupo mais "radical". Obviamente que a organização foi alheia a tal facto.

Também deu para perceber logo aqui que não haveria cronometragem nem classificação. Embora pessoalmente prefira que existam, não é de todo importante.


De seguida veio todo o prazer do BTT. Os anunciados single tracks lá estavam em pleno. A subir ou a descer, ou a descer mais ainda ou a subir outra vez, sempre alternando sem nunca parar. Sinceramente recordo muito poucas rectas.
Foram momentos deliciosos, serpenteando por entre trilhos lindíssimos que puxavam por toda a capacidade técnica do atleta e da sua bicicleta (perdi a conta ao nº de vezes em que me arrependi de não ter levado a suspensão total), tanto a subir como a descer.
Pelo meio ainda prestei auxilio a um colega. Uma corrente partida! nada de complicado de se resolver (nota: não voltar a esquecer de levar a chave mestra do descravador). Aqui perdi o rasto ao amigo Rui.
Depois de passar alguns bttistas mais lentos rolei com intensidade disfrutando de toda a envolvência da mãe natureza na sua plenitude mais tranquila.
O percurso esteve todo ele bem sinalizado (enganei-me somente por uma única vez), exceptuando as zonas perigosas. É sempre de bom grado colocar avisos sobre passagens mais acidentadas ou descidas mais acentuadas. Ainda assim superei todas as adversidades sem quedas mas segundo me constou muitos não poderam dizer o mesmo. Houve mesmo quem necessitasse de tratamento no final e uma ambulância logo apareceu para esse efeito. Nota muito positiva.

Quando o contador marcava 24 km e já sentia as pernas a picar, começava a pensar que estava na hora de dar o máximo nos 6 km que restavam. Mas as minhas contas sairam furadas.... Descendo uma encosta acentuada, rápidamente vi-me fora do mato e 100 metros de alcatrão depois estava no ponto de partida. Ainda pensei tratar-se de mais um ponto de abastecimento (que foram em excesso na minha opinião, mas mais nunca é demais nestes casos, pois claro), já que estavam muitos bttistas parados. Estes não eram mais do que o 2º grupo, o dos menos afoitos e que ainda iam partir para a 2ª parte da prova.
Depois de algumas perguntas lá me explicaram que a prova terminava aqui mesmo, que infelizmente tiveram de eliminar alguns trilhos porque os proprietários dos terrenos onde estes se localizam não permitiram passagem (não tenho nome para lhes chamar).
Posto isto ainda pensei em arrancar novamente e fazer a 2ª parte outra vez. Mas com o grupo mais lento pela frente, tornar-se-ia complicado de rolar e desisti.
Restou-me comer uma sandes e um muffin (maravilhosos muffins e sandes e que no final das provas são sempre muito bem vindos) e seguir para os banhos que aconteciam no campo do Eirense bem no topo de uma colina da Freguesia de Eiras, com uma vista fabulosa.
Depois de limpo a quente (nota positiva também ao balneário), já cheirava a churrascada.
A ementa do dia não era vasta mas era saborosa e suficiente para uma tarde inteira de manjar não fosse o regresso a casa:

- pão
- febras grelhadas
- negrito (uma espécie de chourisso de sangue mas em forma de linguiça, simplesmente divinal)
- arroz
- salada
- sumos, imperial (maravilhosa), minis e vinho (que apareceu mais tarde)

A realçar só a fila para a paparoca, que é sempre difícil de aguentar quando a fome aperta, mas nada de grave.

Conclusão final: apesar de aqui e ali notarem-se alguns aspectos menos bem organizados, o percurso da prova, que é o mais importante, é quanto baste para encantar os amantes de single tracks. Eu fiquei encantado, maravilhado e extasiado!
O preço de inscrição é algo a manter também a mostrar que não é preciso muito para organizar uma boa prova.


o melhor: o já referido percurso devidamente mais que bem assinalado, a simpatia dos membros da Organização com presença assídua ao longo de toda a distância (em bicicleta espalhados pelo pelotão, em todas as passagens por estrada e nos pontos de abastecimento), o negrito, esse enchido de chorar por mais, a presença de uma ambulância com rápida intervenção quando foi necessária.

o pior: alguma pequena desorganização na partida e na chegada mas nada que estes "rapazes" da Roda Pedaleira não possam resolver para a próxima volta.

Frase que marca o evento: "uiiii que já fui...afinal não! uiii que agora é que é....já me safei! fffff***** que vou cair....como é que não caí"



nanex.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Sam Hill

Porque todos caimos, porque só quem anda à chuva é que se molha e porque ganhar não é só vencer.
Deixo aqui a minha admiração por esta corrida, definitivamente merecedora de honras!
Grande Sam Hill!!

BTT: Bicicletas, Trilhos e Tralhos

Arrábida - BTT: Bicicletas, Trilhos e Tralhos.
15\02\2009


Enquanto não chega a próxima prova, partilho mais um relato bem-disposto, de mais uma volta cá na terra.

Perdoem-me o título mas de facto foi o mais sugestivo para descrever o BTT deste dia.
Aos habituais roladores, hoje juntaram-se mais 3: Bully (não é uma estreia mas aparece muito pouco), Tiago (estreado a semana passada) e Bruno (mesmo mesmo a estrear).
Lamento a falta de imagens mas a helmetcam pregou-me mais uma partida. Fica a promessa para a próxima volta.

Depois de uma semana agitada no mercado de transferências bicicletianas, registem-se as mais importantes movimentações:
- eu vendi ao Tiago a minha Melinda (Mérida) mas um dia depois, consciente dos meus remorsos provocados pela dificuldade em desfazer-me desta "companheira, o amigo Tiago como sempre demonstrou-se compreensivo e devolveu-ma.
- o Rui finalmente decidiu ficar com mais um "chaço" que comprou a outro amigo. Um quadro "vintage" da American Eagle. Retirou algumas peças da sua Deolinda Pirinéia e vendeu esta última ao Bruno (depois de ter montado e desmontado ambas 3 vezes sempre na dúvida entre com qual delas ficar para si).
- o Bruno acabou por ficar com a Deolinda Pirinéia, um quadro velhinho da BH, a escolha económica à moda da Proteste.
- o Tiago, depois de comprar e devolver a minha Melinda, acabou por adquirir um bom canhão (uma Specialized) numa transferência relâmpago. Depois de várias incursões pelas lojas da região, foi numa delas que encontrámos um amigo de outras paragens que lá tinha ido substituir umas peças. O negócio concretizou-se pouco depois após a habitual negociação marroquina. Tiago com uma suspensão total. Isto é que é começar à grande!
- o Bully hoje resolveu aparecer também com o meu primeiro amor que lhe vendi à tempos, uma outra Mérida.
- o Alex resolveu dar mais um passo em frente e encomendou a Nomad. O seu actual quadro, que ainda foi do Tiago por 1 hora, foi vendido ao Helder, um outro companheiro de rodagem à muito desaparecido, depois do Alex recordar-se que já lho tinha prometido em primeiro lugar.
- ao saber desta transferência, o meu irmão decide ficar com o quadro do Alex só por causa da cor (afinal a estética também conta) e também com a sua suspensão. O quadro do meu irmão e a sua suspensão passam para o Helder.

Depois disto tudo, da loucura que foi a última volta onde atingiram-se índices de adrenalina jamais alcançados e de uma semana inteira de Sol a deixar adivinhar terra seca, a manhã prometia.

E de facto prometeu: houve vómito, houve quedas, houve mais quedas, houve regozijo, houve outras quedas, houve curtição e houve sofrimento:
- Tiago não gostou do pequeno-almoço e resolveu desfazer-se dele depois de subir o cai-de-costas….à mão.
- Bruno quis experimentar com todo o seu corpo os vários tipos de terreno que foram aparecendo.
- Bully tentou dar novos mundos ao mundo abrindo trilhos por de entre a vegetação cerrada.
E por aí em diante.

Quando chegámos a casa, havia quem parecia ter acabado de fugir do Hospital do Outão e perdido as ligaduras pelo caminho.
Nada de mais a não ser umas nódoas negras, umas esfoliações, umas arranhadelas, uns cortes e algum sangue.

Afinal o material e as protecções sempre dão alguma mais-valia, ou seja, mais valia terem usado protecções!!

Esperemos que estas caras novas, Bruno, Tiago e Bully nos acompanhem por muitas mais vezes. Por mim são mais que bem-vindos.

Para a semana eu e o Rui (que hoje foi correr continuando o seu programa de treino para os "100 de Ronda") vamos até Eiras - Coimbra, para o Eiras Single Track 2009. As inscrições já estão validadas e a vontade de partir é grande.
Assim sendo, falamos para a semana.
Até lá há que suster esta vontade eminente de montar no selim outra vez!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Uma semana de molho

Este título podia ter a ver com as condições metereológicas e iniciarmos aqui uma longa e vulgar dissecação sobre o tema, mas não.
Deixemos a água cair.
Uma semana de molho prende-se comigo mesmo. Um acidente não desportivo deu direito a sutura de 4 pontos na cabeça.
Resultado: uma semana de molho.

Resta-me ser paciente, aproveitar para recordar alguns momentos e agendar momentos futuros...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

2º MEGA RAID SOBRAL MONTE AGRAÇO 25\01\2009

Sobral Monte Agraço - Valdevez
25\01\2009


Breve história:
No início do Século XIX, no contexto das Invasões Francesas, é erguido em Portugal um sistema defensivo que constitui hoje um valioso património Histórico-militar – as Linhas de Torres – cuja importância é reconhecida não apenas a nível local e nacional, mas também internacional.
Após as invasões francesas de 1807 e 1809, no Outono de 1809, após a derrota dos Franceses, e porque se previa nova invasão, Lord Wellington organizou a defesa de Lisboa. Cercou a capital por três linhas fortificadas, reforçando assim os obstáculos naturais do terreno. Assim nascem as conhecidas Linhas de Torres.As obras tiveram o seu início em 1809 e terminaram em 1812, já quando as tropas do Marechal Massena se haviam retirado. Foram dirigidas primeiro pelo tenente-coronel Fletcher, depois pelo capitão Jonh Jones.
A primeira linha ia desde a margem do Tejo, em Alhandra até à foz do rio Sizandro, no Concelho de Torres Vedras, passando por Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço, tendo cerca de 50 Km.Tinha como fortes principais Alhandra, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. Para além destes, tinha um conjunto significativo de outros fortes de menores dimensões localizados em pontos estratégicos de modo a que todos os pontos altos ficassem guarnecidos
Para a construção desta grande obra, contribuiu de forma decisiva o empenho das populações, que tiveram de abandonar as suas terras para trabalhar nela, sacrificando também casas e haveres, na medida em que foi posta em prática uma política de terra queimada e desertificação a norte das linhas, o que provocou a deslocação para dentro desta de muitos habitantes numa área considerável. O esforço, e também o sigilo mantido pelo Povo que nelas trabalhou, foi fundamental para o seu sucesso.

E eu fui ao encontro desta gente brava!


Cartaz da prova:



(altimetria não disponibilizada)


Organização: http://www.desafiosclub.blogspot.com/
Inscrição: 18 euros
Km anunciados: 20\40\60 km
Localização: Sobral de Mt Agraço - Valdevez (86 km)


A expectativa era grande. Não por nenhum motivo em particular que se prendesse com o evento em si, mas tão simplesmente por meses depois voltar a participar exactamente em eventos desta natureza. E claro, aliado ao facto de ser o primeiro deste ano.


Uma semana antes decidira arrancar para as competições. Consultei o calendário e este Mega Raid foi o que mais despertou a minha atenção. Uma pequena espreitadela ao windguru e a inscrição estava feita.
A propósito do windguru:
No dia (domingo passado) acordei às 06:00 h da manhã. Durante a noite tinha desabado um temporal sobre a região que até meteu medo. Mas a esta hora nada. Nem uma gota de chuva e nem um sopro de vento.

Pensei em ligar o computador e verificar se as condições climatéricas que tinha consultado anteriormente no windguru se mantinham, mas pensei "ná...eles nunca falham". Efectivamente tinham previsto forte precipitação e vento mas que às 06:00h parava, voltando depois um pouco mais tarde e terminando às 09:00h para dar lugar a uma manhã tranquila.


Pois os senhores windgurus enganaram-se e enganaram-me.
A meio da viagem, e pouco depois de ter atravessado o Tejo ainda pensei se não seria melhor voltar atrás, mas como tinha um impermiável por estrear resolvi continuar.
Malvados senhores windgurus porque o cessar fogo da tempestade anunciada para as 09:00h só terminou às 09:30h. E logo para dar lugar a um céu limpo e com Sol (embora aqui e ali e ao longo da manhã voltou a carregar-se de tons negros e ainda cairam umas gotas acompanhadas por um vento fortíssimo).
Ironia e brincadeiras à parte é de facto impressionante a capacidade de acertar na metereologia que estes senhores têm que até arriscam a hora e falham por muito pouco. Os meus sinceros agradecimentos.


A prova em si ficou marcada pelo exagero de lama e pelo vento forte que se fez sentir e que em algumas ocasiões quase que derrubou os participantes. Mas não seria de esperar outra coisa em terras de vento, em terras onde nascem turbinas eólicas um pouco por toda a parte.





Estes seres conferem uma paisagem "interessante" e o Raid foi-se desenrolando sempre agradávelmente em seu torno.
Se Don Quixote delirava com moinhos de vento, imagine-se o que sucederia com estes "gigantes"


Pelo já referido (lama e vento forte) acabei em grande sofrimento até porque tentei sempre vencer a luta com o piso, desmontando só mesmo em último caso, o que aconteceu por diversas vezes, atolando-me na lama até acima dos tornezelos.


À chegada, e enquanto ainda refazia o fôlego, avistei um companheiro de outras paragens: o enorme Marco Chagas- Pelos vistos a vontade de pedalar não acabou com a reforma e ainda dá uma abada nos "putos" de agora. Deve ter terminado uma boa meia-hora antes de mim como já tinha sucedido nos Trilhos da Raia no ano anterior...


Certo, certo são os três kilos e meio de lama que trouxe comigo...



A Melinda em estado lastimável (a mais recente aquisição ficou em casa)



Eu próprio em estado lastimável (eu próprio não fiquei em casa)






É uma escultura em barro????


O mais curioso estava para vir: todo o desgaste da prova foi recompensado com um pitoresco banho quente. Digo pitoresco porque a área reservada para o acto não eram os habituais balneários de uma escola qualquer, ou de um clube de futebol ou algo do género, mas sim a casa-de-banho da própria casa de um dos elementos da Organização. Até lá estava um patinho amarelo de borracha (!!!). Inédito.


E quem quisesse lavar a bicicleta poderia fazê-lo junto à piscina da mesma casa (!!!). Extraordinário.
Em questões de hospitalidade está tudo dito pois.


Muito bom foi também o almoço. Um manjar maravilhoso e que oferecia opções não fosse alguém não gostar de um dos pratos:
- queijo
- sopa de peixe
- canja de galinha
- porco no espeto
- carne estufada com ervilhas
- arroz e batatas fritas
- vinho branco, tinto, águas, sumos, coca-cola
- arroz doce, gelatina, tarte de natas fresca, fruta, muffins.


Conclusão final: um enorme desgaste para fazer 40 km; percurso menos encantador do que o
esperado com poucos single tracks e trilhos que a organização retirou para evitar mais lama ainda.


o melhor: a hospitalidade e simpatia de todos os voluntários e colaboradores do evento; o maravilhoso almoço; a paisagem.

o pior: o atraso na partida (mais de meia-hora), as marcações do percurso que se confundiam com outras de provas anteriores, a não disponibilização da altimetria apesar das promessas feitas; a não confirmaçao da inscrição no evento, os enormes pantanais e lamaçais.


Frase que marca o evento: "uma vela de windsurf para aproveitar o vento e uma prancha de snowboard por debaixo da bicicleta para surfar a lama e era sempre a abrir..."


nanex.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Salamandra, para sempre no pensamento

Serra da Arrábida
18\01\2009


Mais um domingo, mais uma volta local.


Muita lama, alguma chuva e muitas peripécias pelo meio. Os bttistas já são quase como os pescadores, caçadores e outros mentirosos e em cada volta há sempre inúmeras histórias para contar.
Desta feita, nos intervalos das pedaladas mais sérias ouve um pouco de tudo: de camelbags que vazaram misteriosamente a encontros inesperados e sempre, mas sempre a falar de colãns, essa estranha moda adoptada por alguns...


Deixo um video que não é mais do que uma pequena brincadeira, para ver e ouvir bem alto!



sábado, 17 de janeiro de 2009

Segurança acima de tudo

E já está.
Já não aguentava mais e por isso inscrevi-me para a minha 1ª competição do presente ano.

2º MEGA RAID ÀS DESCOBERTAS DAS MARAVILHAS do SOBRAL de MONTE AGRAÇO

Tudo o que diga raid soa-me sempre bem, acrescentando porco no espeto à chegada e anunciados trilhos de beleza rara numa dificuldade média (!!! não será demais para já??)Dia 25 janeiro (próximo domingo) por 18 euros.

Um bom lema para este ano é o de promover a saúde e a segurança:
Deixo uma pequena recordação sobre isso mesmo

bons conselhos, boas prácticas nem que seja à marretada.