domingo, 20 de outubro de 2019

abort, abort

20/10/2019
Ciclismo

Mais uma manhã domingueira pós-semana árdua.
A metereologia a mudar fez repensar algumas vezes qual a indumentária mais acertada. Mesmo ao chegar a casa, não consegui tirar conclusões.

A meio da volta, tive que abortar e regressar o quanto antes. A pressa ou a urgência (não emergência) é uma boa forma para pedalar mais forte e mais rápido.

Antes disso, o pequeno grupo que saiu hoje fez as pernas aquecerem e bem, com um andamento plano mas intenso.





domingo, 13 de outubro de 2019

Rentree

13/10/2019
 ciclismo estrada + indoor

Elahhhh, vamos lá ver se ainda sei fazer isto.
Estou quase como o Natal. só chego aqui uma vez por ano.
Bom, não é que andasse esquecido e nada mais vou dizer porque desse assunto já chega o post anterior.

Isto quer é "sentimentalisses" do pedal.
Hoje foi dia de indoor mas para não deixar a manhã cortada a meio, resolvi sair mais cedo e fazer uns minutinhos na rua primeiro.
Sempre a controlar o tempo (infelizmente) porque havia compromissos a cumprir, lá saiu qualquer coisa para malhar.
Um afoito e aguerrido ciclista ainda me quis testar na recta de rio frio, e testou-me. Felizmente que se foi embora porque estava a ficar complicado para o meu lado.
A aula também foi puxada e feitas as contas finais....estou cansado!

Pouco mais há a acrescentar.

 Os dados da volta aqui




domingo, 26 de maio de 2019

XY Raid BTT - Por Terras de Mato

  POST ELABORADO EM 26 JAN 2020

   26 mai 2019
   BTT - prova
   Cabeça Gorda - Beja

   Post somente para registar o evento e sua data.
   Pouco me lembro senão de uma maratona muito rolável sem dificuldades de maior, na estreia da nova roda 29, a Superior e de um fim-de-semana com boa temperatura passado fora de casa.
 
   Salvo erro, não tenho registo de track porque não levei o garmin.
   Pelo pouco mais que me lembro, foi uma boa prova em termos de organização, excepto ao almoço que demorou muito tempo, minimizado por terem servido uns acepipes e imperiais ao pessoal.



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

mais uma choraminguisse

  Pois tal e qual.
 A falta de tempo ou lá o que é essa desculpa, é o lamurio do costume. Mas desengane-se o leitor que este blog não morreu.
 Tempos idos em que por ele retirava o proveito libertador das emoções em duas rodas e outras que tais, estados de alma, prazeres e aventuras, até aos mais recentes tempos em que a escrita ficou mais reservada a dados e números (mas confesso que tento fortemente evitar entrar por essa atrocidade monótona e desinteressante).
 
  Que dizer então?
  Tem havido pedaladas? Tem.
  Mais regularmente por estrada e uma ou outra incursão em btt e muito indoor também.
  E se os dados andam por aí registados em uma qualquer plataforma informática ou pasta de arquivo de computador, os estados de alma que considero dignos de relato esses, perderam-se para sempre nos caminhos labirinticos do meu cérebro e, que mais não os consegue recordar.
 
  O que lá vai, lá vai.
  Tentar-se-á manter a rotina do antigamente, ou seja, ou escreves no momento ou calas-te para sempre!

   E que a cada fim-de-semana haja saudinha e da boa para ir para a rua pedalar.

   Gaito bravo, a blogar desde há muito a esta parte.

domingo, 23 de dezembro de 2018

Os restos do Tróia - Sagres

  23/12/2018
  Ciclismo

  A nova btt continua à espera de estreia.
 O bichinho de estrada continua a falar mais alto.
 E neste feeling, fiz-me ao grupetto para um rescaldo pós Tróia-Sagres e uma semana esforçada do ponto de vista físico.
 A volta queria-se tranquila, para "limpar". Mal sabia a esfrega que me esperava mas no final, como sempre, muito paladar, tudo devidamente degustado.

 O Garmin apitou logo cedinho com a mensagem "bateria fraca". Durou a volta toda assim.
 Percebi que não estava a falar de si mas que se referia à minha condição. Ainda assim, durei a volta toda também ;-)
  E no final, esperava.me este compadre.




 Os dados aqui:



Tróia Sagres 2018

 15\12\2018
 Tróia - Sagres

 Tudo bem prontinho de véspera, incluindo o bilhete do barco e uma noite de muito poucas horinhas dormidas.
 Já fazia uns anos que não participava nesta que é das mais bonitas iniciativas ciclisticas do país. O seu autor, um grande obreiro por sua conta, jamais imaginou o sucesso que a sua atitude algum dia poderia vir a ter.
 É portanto sempre com muito gosto que me junto a esta romaria que vai de praia a praia, mesmo que por esta altura não seja tempo dela.

  Pouco e mal treinado para tamanha façanha, com um joelho protegido, mas com muita vontade e moral, lancei-me de cabeça sem hesitar.

  Contas mal feitas:
  Alvorada pelas 05h da manhã com o intuito de pegar o barco das 06:30h.
  Seria importante chegar cedo para nele garantir um lugar e assim fiz, mas ao chegar junto da ancoragem, reparei incrédulo que muito poucos (meio barco e um pouco mais) militavam por ali nesta hora ainda escura da manhã.
  Estranho. Um funcionário concordava com esta constatação.
  Mais estranho ainda, contra o informado, o barco iniciava a travessia às 06:15h (???).

  Vegetar uma hora:
   Já na outra margem, decidi esperar pelo barco seguinte, para ter mais companhia nesta odissea. O barco seguinte só saiu depois das 07 e seria perto das 08h quando dei as primeiras pedaladas.
   Sim, mantinha a minha impressão inicial que de facto estavam ali menos participantes que da minha última vez.
    Mas a espera compensou e fui estrada abaixo saltitando de grupo em grupo consoante o andamento que mais me adequava

  O resto, o costume:
   Não parei em Milfontes (apanhei uma sande, enchi cantil e siga) como habitualmente, fazendo-o uns 40km bem mais adiante para um repasto nutritivo e confortável.

   Boas sensações:
  Terá sido do Aulin nos dias antes (a curar uma garganta inflamada), das barras energéticas, da àgua?? Sempre a sentir-me bem, sempre confortável nas pernas e na energia.
  A dor de cabeça e mais tarde de cervical foram os dois principais pontos negativos, mas numa manhã ainda que sem sol mas sem chuva e vento moderado, não se podia pedir melhor.

Relive 'Tróia-Sagres 2018'


       


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Não choveu no molhado

  25\11
  Ciclismo

  As previsões metereologicas não eram as melhores e a volta grande com um grupo cá do pedaço foi anulada...por eles.
  A lógica mandava ficar em casa para quem não se quisesse pelo menos salpicar.
  Mas se tem dias que a dúvida entre ficar ou ir persiste, hoje não foi um deles e completamente decidido fiz-me à estrada molhadinha e escura.

  Céu pintado a várias cores de cinza e o horizonte sempre carregado de incerteza. Desliguei qualquer preocupação sobre o tema (se é que existia alguma) e liguei o modo "pedalar de qualquer jeito".
  A vontade (acumulada desde a semana anterior) era mais do que muita e bem forrado com um corta vento amarelo (um clássico por essas estradas fora nos dias que correm) e por baixo apenas com um jersey, passei a manhã bem confortável.
  Ainda assim dos poucos raros (se não me escapou nenhum na contagem, foram 5) ciclistas com que me cruzei, ainda fui ultrapassado por um que dispensava o corta vento e seguia em jersey de manga curta. E pensar que há quem se espante de me ver de calções....

  A estrada cheirava a cão molhado, mas o cão molhado era eu. Não, não aconteceu. Uns salpicos no inicio e uns salpicos no fim. Chuva nem vê-la.
  Falando em cheiros, uma das sensações mais estranhas dos últimos tempos a chegar a Alcochete.
  Em apenas 3 segundos cheirou a 3 cheiros de 3 coisas diferentes. No primeiro segundo, cheirou a roupa lavada. Logo seguidamente cheirou a churrasco para depois levar uma autêntica estalada no olfacto com cheiro a estrume intenso.
   Confusão nos sentidos passou alguns metros mais adiante quando um Porsche teve da mania que precisava de tanta estrada quanto o preço do carro em si.

   Bem, isto tudo para dizer que a manhã brindou uma bela volta (que continuam curtas) de 100k aproximadamente (o garmin faleceu com falta de energia. O atleta parecia ainda ter mais para dar).

Relive '100k (wet)'