29mar2026
Ciclismo
É aquela altura do ano. Parou de chover, vem um sol, ainda não vem frio. Mas não está quente, está fresquinho.
Antes de sair de casa é sempre uma indefinição tramada: o que vestir porque roupinha light passo frio, roupa com o casaquito parece que já é demais.
A velha máxima é "não saias de casa sem frio, senão vais passar calor". Mas se sais com frio e não aquece o dia, também vais passar calor mas ao contrário.
Lido um pouco melhor com o calor. O frio é-me desconfortável e cansa mais (o corpo mais contraido permanentemente justifica-o obviamente). Mas com o calor vem transpiração e é preciso cuidado para não desidratar.
Ideal era ter um guarda-fatos bem repleto de tudo e mais alguma coisa e claro está, de qualidade superior. Mas isso sai caro e já se tem tanta coisa cá por casa que até dói haver mais ainda para ali enfiado nas gavetas.
Hoje decido-me por deixar qualquer um dos casacos em casa. Uma pele de foca e um jersey. Calção é o ano inteiro pelo que aí não há dúvidas.
Mas no saco vai um casaco e um base layer mais leve para trocar ainda antes de colocar o rabo no selim, caso perceba na rua que afinal a manhã de Primavera ainda é de outra prima qualquer.
E fez-se a primeira hora fresquinha onde o vento não ajudou nada a esse apartado e ao apartado pedalado.
Fomos 3 a bom ritmo, colocando a conversa em dia primeiro, lutando com o vento segundo e subindo a serra no final terceiro.
Este vento que às vezes tira do sério, que às vezes quase derruba, que às vezes quase faz não aguentar mas que nos obriga a forçar e a aguentar!
Noite mal dormida mas não acusei e senti sempre força na pernonga.
Uma bela volta.
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