domingo, 31 de julho de 2011

7 MESES DEPOIS!

31\07\2011
ciclismo
Setubal-Poceirão-Aguas Moura-Setubal


Foi quase o tempo de uma gravidez mas ao invés de gerar uma criança, gerei uma enorme vontade de pedalar. Foi por pouco que não fui à loucura e nem compreendo ainda como fui capaz de aguentar tanto tempo. Mas teve de ser.
Hoje finalmente foi tempo de tirar a Masil para rolar novamente.
Acompanhado por turtle e pelo bicho corredor, fez-se uma volta plana que se queria curta e em ritmo de passeio mas que acabou por ser um pouco à margem dessa ideia. Um pouco só.
A volta aqui.

Estranhamente aguentei muito bem. As pernas não acusaram durante nem acusam agora o que me deixa bastante admirado mas satisfeito.
Foi engraçado pedalar com companhia, algo a que não estou de todo habituado nestas coisas do ciclismo. São sensações completamente diferentes.

tempo: 1:54 h
distância: 48 km
altimetria: 274 m
vel média: 25 km\h
RC média: 117 bpm

Nada mau para uma ausência de 7 meses sobre o selim!

sábado, 30 de julho de 2011

EPAH ATAO??????????????

ALEX, MAS PA QUE JEITO FOSTE TU DESCOBRIR ISTO???



domingo, 24 de julho de 2011

Meanwhile...

... a leste do paraiso nada de novo:

a semana passada baldei-me por completo nos treinos matutinos das 06:00 h por motivos profissionais, pessoais e por noites de sono menos bem dormidas.
à tarde ou noite a coisa vai rolando assim:
domingo: 40 min corrida
segunda: 45 min natação
terça: 40 min corrida + 40 min flexões+abdominais+ exercicios com manguitos
quarta: 45 min natação
quinta: futsal (hora e pouco)
sexta e sábado: descanso total
domingo: 40 min corrida + flexões e exercicos com manguitos.

Hoje corri lento até um sprint final de 5 minutos. Do joelho rigorosamente nada pelo que acho que a dor está associada à intensidade e não propriamente com a duração.


Já cheira a férias

sábado, 23 de julho de 2011

Quem disse que os gatos não têm asas?

Quem disse que os gatos não têm asas.... e voam??

Insatisfeito com a situação e farto de lutar contra isso, Downhiel foi hoje direitinho ao Hospital para que lhe corrigissem tal defeito.
O assunto é obviamente a falta de asas.

Por diversas vezes gaitos-bravos têm intentado na arte e engenho de bem voar e se é um facto que voam em muitos singles, o facto é que isso não é suficiente.
Recorde-se por exemplo o último voo picado da minha própria autoria, com direito a mortal encarpado e dupla pirueta (quase que obteve os mínimos para os Olimpicos), mas que sem asas só foi aparado pelo fantástico e caríssimo sistema do punho barra pulso pessoal com direito a 4 semanas de fisioterapia.




Hoje, os Gaitos-Bravos continuam na busca desse Santo Graal: o de aprender a voar e tal como antigamente os homens tentavam voar nas demais excentricas maneiras e formas, apelidados de insanos e loucos. Por esse facto Downhiel enbarcou em mais uma loucura.
O método poderá chamar-se de FISCULA. Passo então a descrever:

FISCULA é uma combinação das palavras FISga e CLAVIcula. Se a primeira tem origem na forma, a segunda recai mais sobre a técnica. Neste caso o que se pretende esclarecer é o dominio que origina o movimento e consequentemente a sua consequência, passe a redondância.
O método é simples e muito utilizado principalmente pelo Coyote. A primeira parte, Fisga portanto, consiste em fazer de um tronco ou pernada de um arbusto catapulta para impulsão. A segunda parte aparece quando se descobre que a primeira resulta. Também se pode chamar a esta segunda parte de "estupidez do esquecimento" (os Gaitos-Bravos continuam a esquecer inventar uma forma suave de aterrar). Nesse momento aplica-se então uma técnica ja muito desenvolvida e apurada por este grupo que dá pelo nome "youwent", estrangeirismo para definir "jáfostes". A técnica consiste em usar o osso que se tem mais à mão. No caso que descrevemos, sacrificou-se a clavicula.



A experiencia teve nota positiva pois o voo foi bem sucedido e a clavicula executou o seu papel na integra partindo-se!
Em entrevista telefonica a este blog, enquanto seguia na ambulância, Downhiel mostrava-se peremptório:
- Não usei o ramo certo. Na altura pareceu-me que seria o mais adequado para uma impulsão maior mas ainda assim tenho que estar satisfeito com o resultado. Quanto à clavicula nada a dizer. Era para isto que ela lá estava e cumpriu.
Nada desalentado e bastante motivado continuava...
- Foi mesmo pena aquele ramo. Mas há mais ramos na serra. As escolhas são muitas. Mas para já vou optar pelo ramo imobiliário que é aquele ramo que se usa quando se está imobilizado e confinado a pouco mobiliário da casa tipo cama e sofá. Para já vou ao hospital mandar pôr umas asas, $#&$#"&$&$#"....


QUE MAIS PEDIR?????

Que Tour fantástico. Indescritivel. Que emoção.
3 semanas intensas com disputa até final.
Maravilhoso deliciar do paladar do mundo pedaleiro.
Esperemos agora que não apareçam os casos de doping a manchar os bons costumes. Mas mesmo que manche, uma coisa já ninguém nos tira: o espectáculo das duas rodas sem motor!


Parabéns ao Cadel pela crença porque acreditou e combateu sempre, parabéns ao Contador pela dedicação pois no meio de algumas adversidades e, admita-se, baixa de forma, tentou e lutou com as armas que tinha, parabéns ao Andy pelas duas fantásticas etapas onde mostrou ser um grande trepador... falta-lhe só mais qualquer coisa para além disso.
Parabéns a muitos outros participantes tais como o Samuel (excelente prémio montanha) e ao Rui Costa só para mencionar estes dois.

Vai lá buscar mais!!!!!!!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O prazer de andar de bicicleta (no feminino)

As imagens que seguem podem ferir algumas susceptibilidades (sempre desejei colocar esta frase num tópico meu), pelo que o seu visionamento não é recomendado aos\às mais conservadores\as, com uma pitada de humor no fim.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Correndo com o garmin

Domingo, 10\07\2011

E nisto lembrei-me: e que tal levar o garmin para perceber o que ando a fazer na corrida?
Os entendidos que vejam os resultados e se pronunciem que eu agradeço.


Entre uma dor e outra, ao virar de regresso, dou com um vulto estendido no chão. Mais uns passos adiante e não aguentei a curiosidade e voltei-me. Um homem jazia caído no chão sobre um palmo de calçada, isto tudo à torreira do Sol. Vestia somente calças e não esboçava qualquer movimento.
Olhei mais duas ou três vezes para trás enquanto me decidia se haveria de o abordar ou continuar com o meu treino. A principio pensei que fosse uma bebedeira. Depois coisas piores começaram a ocorrer-me. Fosse o que fosse, achei por bem ir ao seu encontro. Receei mesmo à chegada que poderia estar morto.
Felizmente isso não se comprovou. Era mesmo uma enorme bebedeira e uma enorme desidratação. Ajudei-o a levantar e ofereci-me para o acompanhar até a uma zona próxima onde houvesse água. Agradeceu-me imenso mas recusou a ajuda dizendo que se encontrava bem.
Fiquei ainda a observá-lo por mais uns minutos assegurando-me que se aguentava a caminhar, isto depois de me prometer que ia já ao café mais próximo beber água ou algo com açucar, mas devagarinho...

Aguenta companheiro.