domingo, 7 de novembro de 2021

Escrever faz-me bem, pedalar faz-me ainda melhor

 domingo,
 07 novembro de 2021

  Estilosa esta nova forma de colocar a data aqui logo à entrada do tópico.
  Já não é noticia que escrever faz bem à alma. Este blog tem também esse propósito, senão o único, certamente o mais importante.
  Vão passando os dias, semanas, meses e de quando em vez vem à lembrança o quanto gosto de escrever estas pequenas mensagens.
   Pois hoje aqui vem mais uma tentativa de recuperar esta "terapia", no mesmo dia em que regresso ao selim, após uma ausência curta de um mês e pouco mais.

   Chegou a época das mãos e pés frios e no meu ciclismo não é diferente.
   Mas após as primeiras pedaladas, a coisa esquece-se e são outras as sensações que vêm ao barulho.
   Um grupo grande tinha ideias grandes, mas para mim o registo teria de ser mais curto pois falta ritmo para rolar mais a fundo, e o grupo impunha respeito.
  

   E hoje fica assim, sem imagem, sem alongar em demasia.
   Respira fundo e saboreia também este prazer. Está feito! Tão bom!

   

domingo, 27 de dezembro de 2020

A manhã mais fria do ano

  27/12/2020
  Ciclismo
  (Azeitonense)

  

    Encolhia-se-me os ombros por entre as orelhas. 
    A manhã acordara mesmo fria, fria.
    A primeira parte que é sempre feita de carro, mostrava gelo no vidro e isso diz tudo.
    Já a "adivinhar chuva", foi dia de ir ao baú buscar reforços: mais um edredon (não sei se é assim que se escreve e não vou consultar o dr google, admitindo assim a minha falha, caso seja caso dela. Pessoalmente prefiro apelidá-lo de Helderdrom, que poderia muito bem ser um brasileiro), a balaclava, as luvas mais grossas, cover shoes, e uma estreia mundial, uns pernitos inteligentemente adquiridos faz 2 meses e ainda sem qualquer uso.
   Sim, hoje rendi-me e abandonei os calções. 

    


   Na companhia do Azeitonense, foi mais uma ronda de pedalada firme e vigorosa de ir e vir a Alcacer do Sal.
   Mãos e pés sempre gelados (as mãos porque as luvas têm uns desumificadores nas pontinhas dos dedos, vulgo buracos pequenos também designados por luvas rotas nos dedos), e a controlar a temperatura que foi dos 2º aos 0,5º tendo terminado a manhã nos 9º mas por essa ocasião já eram as pernas que acusavam a alcoolémia toda.
   110 km no bucho para "desmoer" do Natal (dados no strava)

   O sentimento final são as dorezitas nas pernas, um banho de agua quente de 20 min e a vontade de ir outra vez!

  



domingo, 12 de julho de 2020

Não está fácil

12 julho 2020
ciclismo

Vão-se acumulando os domingos mas por vezes nem por isso parece que a tarefa fica mais fácil.
A volta de hoje, a dois, é um bom exemplo disso mesmo.
As desculpas são muitas: mal dormido, mal acordado, mal alimentado na véspera, algum revolving intestinal, uma aula de manhã, um padel ao final da tarde na véspera, eu sei lá.
Talvez tudo junto seja a soma de uma parte.
A outra é ainda a falta de pernas pois então.

Hoje foi daquelas manhãs que chega a cabeça a pensar que deve ser da bicicleta. Deve ser algo que está a travar as rodas. Dá para tudo, quando o sofrimento impera, o corpo desespera, a cabeça não tem lucidez.

Por outro lado, vem a recorrente corrente de pensamento: se calhar deveria dedeicar algum tempo semanal a treinos.

E quando chegas a casa e o calvário já passou, acabas por pensar que nem parece ter sido assim tão penoso.
Mas foi...

domingo, 21 de junho de 2020

E (quase) tudo o vento trouxe

21/06/2020
Ciclismo

A semana passada também houve mas faltou aqui o registo por manifesto esquecimento do seu autor.
Hoje foi dia de se reunirem seis mais o vento.
Venho eu falando da forma e sensações e outras mariquisses do género e vai-se a ver a volta de hoje muito semelhante com uma de janeiro e os dados (os dados, os dados...) muito equilibrados.
É certo que foi um chupar de roda até mais não, mas esteve lá.
O vento foi um parceiro indesejado e incomodativo mas ajudou a amenizar o calor corporal.
A breves espaços, já deu para saborear alguns momentos de prazer.
A rapaziada está forte.
Haja saúde.

 


quarta-feira, 10 de junho de 2020

Pré-temporada....outra vez!

10 junho 2020

 Está esta vida feita assim. De retornos e regressos?
 Bem, ano, época ou temporada de Covid 19, mandou a malta quase 3 meses para casa.
 Quando seguia num dos melhores momentos de forma, foi uma pedrada no charco.
 Agora, regressado às lides do alcatrão, deu para perceber que isso da forma foi-se... à grande.
 Por outro lado, a levar já bombocas de serra não é o mais aconselhável dos regressos, mas é o que a companhia dita.

Pouco prazer (embora seja sempre um prazer) e muito sofrimento (muito), está a fazer deste regresso um dos mais duros de sempre.
Assim é a vida: em oposição a "num dos melhores momentos de forma" aí está este "regresso um dos mais duros de sempre".

Nada duro foi este regresso, mais um, à escrita.
Por este apartado, tudo tranquilo.
Deixar uma última nota ao strava que já se foi à borlix no seu registo anterior. Agora fica mesmo o mais básico e simples.
Há que analisar a possibilidade de subscrição ou não.
Para já, segue o garmin conect
Eis os dados da volta: https://connect.garmin.com/modern/activity/5069221215
Sofrido, muito sofrido