Pois tal e qual.
A falta de tempo ou lá o que é essa desculpa, é o lamurio do costume. Mas desengane-se o leitor que este blog não morreu.
Tempos idos em que por ele retirava o proveito libertador das emoções em duas rodas e outras que tais, estados de alma, prazeres e aventuras, até aos mais recentes tempos em que a escrita ficou mais reservada a dados e números (mas confesso que tento fortemente evitar entrar por essa atrocidade monótona e desinteressante).
Que dizer então?
Tem havido pedaladas? Tem.
Mais regularmente por estrada e uma ou outra incursão em btt e muito indoor também.
E se os dados andam por aí registados em uma qualquer plataforma informática ou pasta de arquivo de computador, os estados de alma que considero dignos de relato esses, perderam-se para sempre nos caminhos labirinticos do meu cérebro e, que mais não os consegue recordar.
O que lá vai, lá vai.
Tentar-se-á manter a rotina do antigamente, ou seja, ou escreves no momento ou calas-te para sempre!
E que a cada fim-de-semana haja saudinha e da boa para ir para a rua pedalar.
Gaito bravo, a blogar desde há muito a esta parte.
GAiTO-BRAVO
relatos caseiros e feitos à mão sobre maratonas, raids, passeios, provas e outras voltas em BTT, Ciclismo e tudo mais.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
domingo, 23 de dezembro de 2018
Os restos do Tróia - Sagres
23/12/2018
Ciclismo
A nova btt continua à espera de estreia.
O bichinho de estrada continua a falar mais alto.
E neste feeling, fiz-me ao grupetto para um rescaldo pós Tróia-Sagres e uma semana esforçada do ponto de vista físico.
A volta queria-se tranquila, para "limpar". Mal sabia a esfrega que me esperava mas no final, como sempre, muito paladar, tudo devidamente degustado.
O Garmin apitou logo cedinho com a mensagem "bateria fraca". Durou a volta toda assim.
Percebi que não estava a falar de si mas que se referia à minha condição. Ainda assim, durei a volta toda também ;-)
E no final, esperava.me este compadre.
Os dados aqui:
Ciclismo
A nova btt continua à espera de estreia.
O bichinho de estrada continua a falar mais alto.
E neste feeling, fiz-me ao grupetto para um rescaldo pós Tróia-Sagres e uma semana esforçada do ponto de vista físico.
A volta queria-se tranquila, para "limpar". Mal sabia a esfrega que me esperava mas no final, como sempre, muito paladar, tudo devidamente degustado.
O Garmin apitou logo cedinho com a mensagem "bateria fraca". Durou a volta toda assim.
Percebi que não estava a falar de si mas que se referia à minha condição. Ainda assim, durei a volta toda também ;-)
E no final, esperava.me este compadre.
Os dados aqui:
Tróia Sagres 2018
15\12\2018
Tróia - Sagres
Tudo bem prontinho de véspera, incluindo o bilhete do barco e uma noite de muito poucas horinhas dormidas.
Já fazia uns anos que não participava nesta que é das mais bonitas iniciativas ciclisticas do país. O seu autor, um grande obreiro por sua conta, jamais imaginou o sucesso que a sua atitude algum dia poderia vir a ter.
É portanto sempre com muito gosto que me junto a esta romaria que vai de praia a praia, mesmo que por esta altura não seja tempo dela.
Pouco e mal treinado para tamanha façanha, com um joelho protegido, mas com muita vontade e moral, lancei-me de cabeça sem hesitar.
Contas mal feitas:
Alvorada pelas 05h da manhã com o intuito de pegar o barco das 06:30h.
Seria importante chegar cedo para nele garantir um lugar e assim fiz, mas ao chegar junto da ancoragem, reparei incrédulo que muito poucos (meio barco e um pouco mais) militavam por ali nesta hora ainda escura da manhã.
Estranho. Um funcionário concordava com esta constatação.
Mais estranho ainda, contra o informado, o barco iniciava a travessia às 06:15h (???).
Vegetar uma hora:
Já na outra margem, decidi esperar pelo barco seguinte, para ter mais companhia nesta odissea. O barco seguinte só saiu depois das 07 e seria perto das 08h quando dei as primeiras pedaladas.
Sim, mantinha a minha impressão inicial que de facto estavam ali menos participantes que da minha última vez.
Mas a espera compensou e fui estrada abaixo saltitando de grupo em grupo consoante o andamento que mais me adequava
O resto, o costume:
Não parei em Milfontes (apanhei uma sande, enchi cantil e siga) como habitualmente, fazendo-o uns 40km bem mais adiante para um repasto nutritivo e confortável.
Boas sensações:
Terá sido do Aulin nos dias antes (a curar uma garganta inflamada), das barras energéticas, da àgua?? Sempre a sentir-me bem, sempre confortável nas pernas e na energia.
A dor de cabeça e mais tarde de cervical foram os dois principais pontos negativos, mas numa manhã ainda que sem sol mas sem chuva e vento moderado, não se podia pedir melhor.
Tróia - Sagres
Tudo bem prontinho de véspera, incluindo o bilhete do barco e uma noite de muito poucas horinhas dormidas.
Já fazia uns anos que não participava nesta que é das mais bonitas iniciativas ciclisticas do país. O seu autor, um grande obreiro por sua conta, jamais imaginou o sucesso que a sua atitude algum dia poderia vir a ter.
É portanto sempre com muito gosto que me junto a esta romaria que vai de praia a praia, mesmo que por esta altura não seja tempo dela.
Pouco e mal treinado para tamanha façanha, com um joelho protegido, mas com muita vontade e moral, lancei-me de cabeça sem hesitar.
Contas mal feitas:
Alvorada pelas 05h da manhã com o intuito de pegar o barco das 06:30h.
Seria importante chegar cedo para nele garantir um lugar e assim fiz, mas ao chegar junto da ancoragem, reparei incrédulo que muito poucos (meio barco e um pouco mais) militavam por ali nesta hora ainda escura da manhã.
Estranho. Um funcionário concordava com esta constatação.
Mais estranho ainda, contra o informado, o barco iniciava a travessia às 06:15h (???).
Vegetar uma hora:
Já na outra margem, decidi esperar pelo barco seguinte, para ter mais companhia nesta odissea. O barco seguinte só saiu depois das 07 e seria perto das 08h quando dei as primeiras pedaladas.
Sim, mantinha a minha impressão inicial que de facto estavam ali menos participantes que da minha última vez.
Mas a espera compensou e fui estrada abaixo saltitando de grupo em grupo consoante o andamento que mais me adequava
O resto, o costume:
Não parei em Milfontes (apanhei uma sande, enchi cantil e siga) como habitualmente, fazendo-o uns 40km bem mais adiante para um repasto nutritivo e confortável.
Boas sensações:
Terá sido do Aulin nos dias antes (a curar uma garganta inflamada), das barras energéticas, da àgua?? Sempre a sentir-me bem, sempre confortável nas pernas e na energia.
A dor de cabeça e mais tarde de cervical foram os dois principais pontos negativos, mas numa manhã ainda que sem sol mas sem chuva e vento moderado, não se podia pedir melhor.
Relive 'Tróia-Sagres 2018'
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Não choveu no molhado
25\11
Ciclismo
As previsões metereologicas não eram as melhores e a volta grande com um grupo cá do pedaço foi anulada...por eles.
A lógica mandava ficar em casa para quem não se quisesse pelo menos salpicar.
Mas se tem dias que a dúvida entre ficar ou ir persiste, hoje não foi um deles e completamente decidido fiz-me à estrada molhadinha e escura.
Céu pintado a várias cores de cinza e o horizonte sempre carregado de incerteza. Desliguei qualquer preocupação sobre o tema (se é que existia alguma) e liguei o modo "pedalar de qualquer jeito".
A vontade (acumulada desde a semana anterior) era mais do que muita e bem forrado com um corta vento amarelo (um clássico por essas estradas fora nos dias que correm) e por baixo apenas com um jersey, passei a manhã bem confortável.
Ainda assim dos poucos raros (se não me escapou nenhum na contagem, foram 5) ciclistas com que me cruzei, ainda fui ultrapassado por um que dispensava o corta vento e seguia em jersey de manga curta. E pensar que há quem se espante de me ver de calções....
A estrada cheirava a cão molhado, mas o cão molhado era eu. Não, não aconteceu. Uns salpicos no inicio e uns salpicos no fim. Chuva nem vê-la.
Falando em cheiros, uma das sensações mais estranhas dos últimos tempos a chegar a Alcochete.
Em apenas 3 segundos cheirou a 3 cheiros de 3 coisas diferentes. No primeiro segundo, cheirou a roupa lavada. Logo seguidamente cheirou a churrasco para depois levar uma autêntica estalada no olfacto com cheiro a estrume intenso.
Confusão nos sentidos passou alguns metros mais adiante quando um Porsche teve da mania que precisava de tanta estrada quanto o preço do carro em si.
Bem, isto tudo para dizer que a manhã brindou uma bela volta (que continuam curtas) de 100k aproximadamente (o garmin faleceu com falta de energia. O atleta parecia ainda ter mais para dar).
Ciclismo
As previsões metereologicas não eram as melhores e a volta grande com um grupo cá do pedaço foi anulada...por eles.
A lógica mandava ficar em casa para quem não se quisesse pelo menos salpicar.
Mas se tem dias que a dúvida entre ficar ou ir persiste, hoje não foi um deles e completamente decidido fiz-me à estrada molhadinha e escura.
Céu pintado a várias cores de cinza e o horizonte sempre carregado de incerteza. Desliguei qualquer preocupação sobre o tema (se é que existia alguma) e liguei o modo "pedalar de qualquer jeito".
A vontade (acumulada desde a semana anterior) era mais do que muita e bem forrado com um corta vento amarelo (um clássico por essas estradas fora nos dias que correm) e por baixo apenas com um jersey, passei a manhã bem confortável.
Ainda assim dos poucos raros (se não me escapou nenhum na contagem, foram 5) ciclistas com que me cruzei, ainda fui ultrapassado por um que dispensava o corta vento e seguia em jersey de manga curta. E pensar que há quem se espante de me ver de calções....
A estrada cheirava a cão molhado, mas o cão molhado era eu. Não, não aconteceu. Uns salpicos no inicio e uns salpicos no fim. Chuva nem vê-la.
Falando em cheiros, uma das sensações mais estranhas dos últimos tempos a chegar a Alcochete.
Em apenas 3 segundos cheirou a 3 cheiros de 3 coisas diferentes. No primeiro segundo, cheirou a roupa lavada. Logo seguidamente cheirou a churrasco para depois levar uma autêntica estalada no olfacto com cheiro a estrume intenso.
Confusão nos sentidos passou alguns metros mais adiante quando um Porsche teve da mania que precisava de tanta estrada quanto o preço do carro em si.
Bem, isto tudo para dizer que a manhã brindou uma bela volta (que continuam curtas) de 100k aproximadamente (o garmin faleceu com falta de energia. O atleta parecia ainda ter mais para dar).
Relive '100k (wet)'
sábado, 27 de outubro de 2018
Só nós dois é que sabemos
Eu assim , tu assado.
Eu já amassado, tu ainda vais dando conta de mim.
Parceira inseparável que ainda me dás tanta diversão.
Eu já amassado, tu ainda vais dando conta de mim.
Parceira inseparável que ainda me dás tanta diversão.
Terras do Toiro Out 2018
domingo, 21 de outubro de 2018
Maratona BTT - X Terras do Toiro (Porto Alto)
21/10/2018
BTT - Prova
Muitos, muitos meses depois, regresso a maratonas de Btt.
A prova escolhida, a maratona de 70 km de Porto Alto, calhou perto de casa e a dificuldade reduzida, foram os ingredientes que bastaram para marcar presença.
O melhor dos condimentos? a saudade que já tinha destas andanças.
Já de véspera, o tratar da logística toda, fazia agua na boca. A experiência é algo que marca pontos quando trata de ter tudo certo para melhor comodidade na prova, mas ainda assim um erro colossal e habitual quase deitava tudo a perder mas a pronta assistência técnica salvou a coisa.
Depois ainda se deu mais um valente susto quando tudo foi pelos ares ao passar de carro num tunel baixo, mas felizmente nada se estragou, nem carro, nem suporte, nem bicicleta.
Apesar do traquejo, não me livrei de uma noite mal dormida (vá-se lá perceber porquê). Acordar ainda de noite dá logo aquele clima de dia especial.
A primeira reacção é olhar par ao céu para apurar as condições climatéricas. Mas com o breu da noite ainda por cima dos telhados da cidade adormecida, nada esclarecido fico.
No saco vão os s.o.s para o que der e vier mas as previsões são boas.
Uma curta viagem, um estacionamento logo no recinto do evento, levantar o dorsal, tomar um café e encher bem o peito com os aromas e fragrâncias das habituais proeminências da prova.
O pórtico da meta, os participantes que se vêm assomando e preenchem o descampado para estacionamento dos automóveis e os vão substituindo pelos veiculos de duas rodas, o som de música dos altifalantes e o speaker (este por sinal, credenciadamente inconfundível do mundo do ciclismo e já do Btt também), o cheiro a pomadas de aquecimento e os primeiros zumbidos dos carretos das bicicletas, os stands de bicicletas e roupas da modalidade, e muito mais.
E até mesmo aquele cheiro a relva sintética do campo da bola (muitas, tantas, tantas provas que acabam por ser organizadas nas infra-estruturas desportivas dos clubes de futebol 11 das localidades, e longe vão os tempos dos campos de terra batida) trás em mim a nostalgia destas ocasiões.
Mais meia dúzia de preparos que incluem uma sandocha pelo bucho e estou praticamente pronto. Enquanto testo a mérida rolando nas imediações, vejo os mais afoitos competitivos a tomarem os primeiros ligares na linha de partida.
Ao mesmo tempo, oiço pelas colunas uma entrevista ali mesmo improvisada ao enormíssimo Marco Chagas. Continua a marcar presença. Impressionante.
Estou pronto e ainda sobra tempo para uma última afinação. Bate tudo certo, e é hora de arrancar.
A prova foi simples e fácil. Os terrenos da região são da Companhia das Lezírias, planos de natureza, que varremos por estradões. Garantidamente a prova mais rolante em que já participei.
Subidas e descidas nem ve-las, dificuldade técnica baixíssima, e física pouco mais, salvo os 70km da distância).
Os parceiros das rodas 29 passam a voar pois o terreno está bem propício para eles.
Por entre sobreiros, terras áridas ou agrícolas, algum gado, uns retoques de àgua e pouco mais.
Vou de boca aberta para "comer tudo" quanto possa que as saudades estão esganadas.
Num ápice está feita.
Banhinho de água fria para enrijjecer os músculos e um belo almoço para retemperar.
Mais, quero mais.
BTT - Prova
Muitos, muitos meses depois, regresso a maratonas de Btt.
A prova escolhida, a maratona de 70 km de Porto Alto, calhou perto de casa e a dificuldade reduzida, foram os ingredientes que bastaram para marcar presença.
O melhor dos condimentos? a saudade que já tinha destas andanças.
Já de véspera, o tratar da logística toda, fazia agua na boca. A experiência é algo que marca pontos quando trata de ter tudo certo para melhor comodidade na prova, mas ainda assim um erro colossal e habitual quase deitava tudo a perder mas a pronta assistência técnica salvou a coisa.
Depois ainda se deu mais um valente susto quando tudo foi pelos ares ao passar de carro num tunel baixo, mas felizmente nada se estragou, nem carro, nem suporte, nem bicicleta.
Apesar do traquejo, não me livrei de uma noite mal dormida (vá-se lá perceber porquê). Acordar ainda de noite dá logo aquele clima de dia especial.
A primeira reacção é olhar par ao céu para apurar as condições climatéricas. Mas com o breu da noite ainda por cima dos telhados da cidade adormecida, nada esclarecido fico.
No saco vão os s.o.s para o que der e vier mas as previsões são boas.
Uma curta viagem, um estacionamento logo no recinto do evento, levantar o dorsal, tomar um café e encher bem o peito com os aromas e fragrâncias das habituais proeminências da prova.
O pórtico da meta, os participantes que se vêm assomando e preenchem o descampado para estacionamento dos automóveis e os vão substituindo pelos veiculos de duas rodas, o som de música dos altifalantes e o speaker (este por sinal, credenciadamente inconfundível do mundo do ciclismo e já do Btt também), o cheiro a pomadas de aquecimento e os primeiros zumbidos dos carretos das bicicletas, os stands de bicicletas e roupas da modalidade, e muito mais.
E até mesmo aquele cheiro a relva sintética do campo da bola (muitas, tantas, tantas provas que acabam por ser organizadas nas infra-estruturas desportivas dos clubes de futebol 11 das localidades, e longe vão os tempos dos campos de terra batida) trás em mim a nostalgia destas ocasiões.
Mais meia dúzia de preparos que incluem uma sandocha pelo bucho e estou praticamente pronto. Enquanto testo a mérida rolando nas imediações, vejo os mais afoitos competitivos a tomarem os primeiros ligares na linha de partida.
Ao mesmo tempo, oiço pelas colunas uma entrevista ali mesmo improvisada ao enormíssimo Marco Chagas. Continua a marcar presença. Impressionante.
Estou pronto e ainda sobra tempo para uma última afinação. Bate tudo certo, e é hora de arrancar.
A prova foi simples e fácil. Os terrenos da região são da Companhia das Lezírias, planos de natureza, que varremos por estradões. Garantidamente a prova mais rolante em que já participei.
Subidas e descidas nem ve-las, dificuldade técnica baixíssima, e física pouco mais, salvo os 70km da distância).
Os parceiros das rodas 29 passam a voar pois o terreno está bem propício para eles.
Por entre sobreiros, terras áridas ou agrícolas, algum gado, uns retoques de àgua e pouco mais.
Vou de boca aberta para "comer tudo" quanto possa que as saudades estão esganadas.
Num ápice está feita.
Banhinho de água fria para enrijjecer os músculos e um belo almoço para retemperar.
Mais, quero mais.
domingo, 14 de outubro de 2018
Depois da tempestade
Anunciavam ventos fortes e rajadas na véspera. Uma espécie de furacão que vinha dos Açores, que depois virou tempestade tropical e depois virou... para norte.
Ainda assim chegaram cá umas brisas e que ficaram para o pequeno-almoço.
Mal dormido e de parcas forças, ainda assim resolvi pedalar.
Na estrada muito pouca gente e os poucos que encontrei em mesmo sentido, não "quiseram" formar manifestação contra o vento.
O traçado foi inventado à la carte e no final até ficou agradável.
Ainda assim, não deixou de ser uma manhã difícil.
Ainda assim chegaram cá umas brisas e que ficaram para o pequeno-almoço.
Mal dormido e de parcas forças, ainda assim resolvi pedalar.
Na estrada muito pouca gente e os poucos que encontrei em mesmo sentido, não "quiseram" formar manifestação contra o vento.
O traçado foi inventado à la carte e no final até ficou agradável.
Ainda assim, não deixou de ser uma manhã difícil.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



