quinta-feira, 2 de agosto de 2018

100k (e uns trocos) - grupo

29\07\2018

 Apanhado logo à saida da cidade por um "velho" companheiro das pedaladas, levou-me com ele à reunião do seu grupo actual.

  Pouco mais há a dizer. Foi pedalar e sofrer.
  Para quem (ainda?) não tem o ritmo, o esforço é meramente para acompanhar a matilha.


Relive '110k'


       

domingo, 8 de julho de 2018

Mais 100k (agora a subir)

08 de Julho de 2018

O regresso às subidas... em dose dupla.
Assinalar a quantidade de gente em bicicleta que vi hoje na estrada. Impressionante. Já faz muitos domingos que não via tanta gente assim.
Grupos pequenos, grandes, individuos a solo, bttistas e até para os lados do alto da serra andavam uns quantos.
Compreendo cada vez mais que os automobilistas não andem satisfeitos. Papar um grupo ainda vá, dois já é coise, daí em diante é para pôr os nervos de qualquer condutor em franja. Mesmo sendo domingo.

 É cada vez mais recomendável que se tomem medidas próprias e para ambos lados da balança, ou qualquer dia acontece uma desgraça daquelas das grandes.

 Voltando à minha volta (passe a redondância) propriamente dita, decidi que teria de tentar as subidas para ver como as mazelas se aguentariam.
  Por isso, vai por aqui e por ali e sobe ao alto, desce, faz uma passagem por Setúbal e vira à serra novamente.
  Em Setúbal parado para abastecer aguazinha porque o calor apertava e 1,5L estavam acabados.

   A segunda passagem começou sofrega mas quando meti na cabeça que era hora de esquecer as dores e arregaçar as mangas, acabou por se fazer bem. Mas ainda sem aquele vigor de pedalada que gosto.

   E agora aquela parte dos axe tégs que se usam no facebook mas que gosto mais de usar aqui a titulo de frases com história
    #não guardes para amanhã o vento que podes apanhar hoje - uma alusão ao facto de ter o vento pelas costas e aproveitar para acelerar e não descansar ao seu sabor;
    #se tens o pé de lado, pedala com o pé de lado - segundo uma leitura recente que até mim veio por meio da preocupação com o joelho, onde diz que se deve manter a natural forma de estar dos pézinhos;
  #ratada e bigode - aqueles individuos que dão tudo para te apanhar e depois morrem ali mais adiante.


   Os dados da volta hoje ficam em registo de outra forma:

Relive '100k'


       

domingo, 10 de junho de 2018

100 k

 Ciclismo

 A fisioterapia continua e por isso há que manter a cabeça no lugar.
 Por esse motivo, escusei-me de grupar por aí e segui a solo.

 As semanas agora são diferentes e quando chega ao domingo de manhã, as pernas acusam alguma fadiga, causando sempre em mim muita apreensão.
 Não há grande remédio por agora, senão adaptar-me. Pode ser que com o tempo a coisa se componha.

  Em modo "cautelar", fiz-me ao plano G, ou seja, volta plana mas sem gregários na frente.
  Após os primeiros 40k o cansaço muscular deu tréguas. Foi quanto bastasse para carregar um pouco no pedal. Só um pouco.

  O Garmin hoje "morreu" antes de mim.
   Bicicleta + pernas = amigos inseparáveis

 
  Aconteceram mais um punhado de coisas que agora não me lembro e tal mas que eram engraçadas de contar. Azar.
 
   A ficar com a sensação que hoje poderia pedalar o dia todo. Fixe!

 
 
  

sábado, 9 de junho de 2018

A ilha

 Num dia ido, numa volta curta de BTT.

 Um exemplo de que quando o Homem quer, o Homem cuida.


quinta-feira, 31 de maio de 2018

2h - fisioterapia

  31\05\2018
  Ciclismo de estrada

  Amanhã é dia mundial da criança mas eu resolvi celebrar hoje.
  Dúvidas para trás das costas (ou às costas) e bora lá ser criança, nesta e em todas as voltas, sempre!
  É assim que me sinto, é a alegria simplista e pura de quem adora uma bicicleta, tal como um miúdo.
 
  


  Ajustes na altura do selim, nos cleats. As rezas essas são as mesmas.
  Muita, muita gente na estrada...sempre para cá, indo eu sempre para lá.

Eu só quero pedalar

  21\05\2018
  Ciclismo de estrada

  Apago imediatamente o que escrevi.
  O que era? mais umas lamurias sobre a falta de tempo e etc e tal. Não vale a pena tornar-me repetitivo.
  Além do mais, não me lembro já das coisas bonitas que me vieram À cabeça na volta da semana passada, tão bonitas quanto a paisagem do troço escolhido.
 
  De facto, S. Brás de Alportel foi algo de agridoce.
  100k revestidos a 2.000m acumulado, traziam dúvidas quanto à condição física do espécime, dúvidas essas que persistiram desde a véspera até ao preciso momento de iniciar o treino.
  Mas a manhã estava boa, as subidas sabiam tão bem quanto as descidas, e nem essa característica do traçado e nem o facto de não ter gps activo e ter de dividir as atenções entre a estrada, a paisagem envolvente da Serra do Caldeirão, com um papelinho escrito com as direcções que fizera por s.o.s., eram suficientes para criar o famoso efeito quebra-pernas que o sobe e desce constante proporciona.
  Por isso continuava. De quando em vez surgia uma povoação, uma aldeia ou mal um aglomerado de casas para quebrar a rotina da típica vegetação alentejo-algarviana.
  Numa das encruzilhadas, fui enganado pelo quinto sentido e meio (as mulheres têm seis) e segui em direcção a Tavira.
  Só me apercebi de tal erro quando cheguei....a Tavira.
  Não havia remédio e teria mais um par de km par percorrer mas como a manhã estava saborosa, who cares?
   Daí em diante vem a dor. Aquela maleita que de tempos a tempos teima em persistir. Veio e não desapareceu mais.
   A estrada agora só subia e cada km parecia uma eternidade ao que a dor agravava a cada um mais percorrido.
   Não foi fácil este último pedaço.
 
   À parte disso, foi bom. Uns dias para descansar ao sol algarvio, uma dieta de grelhados no carvão regada a vinho tinto, adornados à beira-piscina...perfeito!


  Continuo a estranhar os dados que o meu garmin confere em relação às altimetrias, comparados com os de outros.


 

domingo, 13 de maio de 2018

"poeta", onde andas?

  Longe vão os tempos em que cada volta era muito mais de cicloturismo do que outra coisa.
 Parava para tirar uma fotografia, para comer, para apreciar a paisagem ou simplesmente para espairecer.

  Desde há muito a esta parte que cada saída tem muito pouco de turismo. Diga-se em abono da verdade que também não atinge o ponto oposto.

  Nessa altura, esse cicloturismo trazia-me contemplações de outra natureza, sobretudo conferidas pela natureza desse tipo de voltas mais relaxadas e também conferidas pela Natureza em si.

  Hoje confesso que muita coisa me vem à cabeça enquanto sentado no selim, mas por não escrever logo no regresso a casa (e muitas vezes nem depois disso e daí o título deste post), evaporam-se.

   Também o tempo de estar comigo reduz-se muito ao mesmo tempo que passo na companhia da bicicleta.
    Escrever é um pouco que saí de mim por um dos poros do corpo que dá pelo nome de isolamento.
   Não tenho tido "tempo" para tal.

   Mas tem havido pedaladas e tem havido muito de poeta. Apenas não brotou para o "papel".

   Na semana passada foi ocasião para um Espichel com regresso por meia serra.
   Hoje a ideia era apanhar o TGV para fintar o vento e dar alguma moral às pernas num pós-semanal durinho (com 8 aulas leccionadas, em duplas na véspera e ante-véspera)
 
   Pouco depois da hora prevista, lá vinha uma pequena amostra de um pelotão (provavelmente ao sábado será mais forte. Será?) e rapidamente os três ou quatro pedaleiros que por ali militavam, todos com o mesmo intuito, assomámos a bordo.
   Logo deu para ver que o ritmo era pró puxadote, mas nada de desmoralizar.
   Contudo, quando aparecia uma pequena elevaçãozita (zita mesmo) no terreno, a coisa soprava mais fininho ainda, levando a alguns bafejantes sofocados cá mais para trás.
   Depois, um semáforo que fica amarelo e faz 3 ou 4 vitimas. Alguns segundos depois veio o verde.
  Ao fundo ia o TGV.. Foi agora sim, um grande sufoco para a recolagem, mas este grupo de atrasados cedo ficou reduzido a dois...O TGV não abrandou mais, antes pelo contrário. Saiu do horizonte. E os dois passaram a um e o um passou a nenhum.
  TGV, assim não vais lá.
  Depois dos tempos conturbados que este grupo viveu, começo agora a perceber o seu porquê, e a não antever melhor futuro...não sei.

   Pouco menos de 2h de treino, abdiquei. O cansaço da semana e os esticões e safanões desta azáfama toda, cortaram-me o báráto.
   Mas no fim as pernas até nem estavam assim tão mal.

  https://www.strava.com/activities/1570029895/segments/39240827817