segunda-feira, 31 de maio de 2010

Passeio BTT

30\05\2010
Arrábida

Dia de passeio Btt do Msports Club.
Na esperança de passar um bom momento de convivio e quem sabe aprender um novo trilho, juntei-me à tribo dos verga-o-aço e outros que demais.
Depois também houve lugar para um almoço rodiziano de pexunga no Alambre e para recompor as forçar um hiper-mega-super gelado na Vicci com tudo!
Foi um bom Domingo.

Hoje é descanso e amanhã voltar à carga!

sábado, 29 de maio de 2010

Vendas Novas (sem bifana)

29\10\2010
Ciclismo

A caminho de Setúbal escutava no auto-rádio o anuncio de um grande dia de Verão. Céu limpo, subida de temperatura, vendo fraco. Ainda vacilei retirar roupinha mas a fresquinha das 08:30h da manhã não me encorajou.
Em nada acertaram. Manhã nebulada com o Sol a espreitar de quando em vez e um vento chato que teimou estar sempre de frente (!!!). O melhor mesmo só este ser fresco.

Pouco depois de arrancar apercebi-me que me "atesquecera" de algumas coisas:
- a fita medidora do cardio;
- a camara-de-ar suplente;
- a bomba de ar e os desmontas;
São demasiados "atesqueci-mes" para quem já leva alguns km nesta vida. Enfim...
Assim pensei em desistir do objectivo Vendas Novas, um objectivo que à muito almejava mas que sempre por um motivo ou outro não realizara. Ao mesmo tempo pensei que o importante é a força nas pernas e que o resto é tudo sorte e que com sorte nada dos "atesqueci-mes" fariam falta.

Estradas com bom piso e quase desertas são uma delicia.

A entrar no Alentejo...



A meta dos 100km foi finalmente quebrada! Confesso que as pernas aguentaram bem mas o rabo e as costas principalmente estavam a matar-me (a nataçao na véspera nao terá contribuido positivamente. Há que rever isto). Uma das luvas também não se estava a revelar muito confortável e juntando isto tudo pode-se perceber que os últimos km não foram fáceis. A táctica foi mesmo alternar o pensamento entre cada dor: enquanto penso numa dor não sinto as outras duas!!


Finalmente Vendas Novas!


No Quartel passava-se qualquer coisa festiva que não percebi (e pensar que estive quase a fazer tropa aqui...)


No café das melhores bifanas do mundi abdiquei da bifana e mereci uma coca-cola e uma queijada. Dizia-me o empregado: "para repôr os niveis de açucar, não é?"


A volta no garmin aqui (faltam lá 20 km que se deve a um lapso no gps)


Contas finais:
distância: 108 km
tempo: 04:20h
altimetria: 560m
O que foi ao lume:
- 500 ml Isostar
- 300 ml água
- 1 sandes de manteiga amendoim e nutela chocolate-avelans
- 1 barra energética
- 1 gel
- 1 coca-cola
- 1 queijada
Será demais? Senti que foi mesmo no ponto e que me fez falta a banana..

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Tortura

26\05\2010

Nos últimos dias tenho sido vítima de uma tortura impiedosa.
É ve-los dia após dia por entre as ruas da cidade e arredores seguirem felizes e contentes na sua pedalada.
Rapaziada da estrada, outros tantos do btt e muitos muitos camones do touring que quase sempre acabam na Praça de Bocage ou na Luisa Todi.
E eu? eu a caminho do trabalho..

terça-feira, 25 de maio de 2010

Volto sempre às sextas-feiras pra lembrar

22\05\2010
Alentejo

Mais uma ida à terra-paixão. Volto sempre ao Alentejo e espero sempre lá voltar e quem sabe um dia não regresso.
Desta vez as bicicletas não foram convidadas. Desta vez o exercício físico voltava a ficar a cargo dos trabalhos agrícolas.
E muito houve que fazer e outro tanto fica à espera de nova oportunidade.

Manhã e tarde no campo a sentir todos os cheiros, a meter nas mãos na terra castanha e a pôr nos olhos tudo o que ela nos dá. Que boas sensações.


Não me esquecerei nunca de seguir lavrando no tractor e olhar para trás e reparar que era seguido de muito perto por uma garça. Ali vinha ela, branca e atenta bicando todo e qualquer bicharoco que saia da terra revoltada.
No final de cada fileira meia volta e volver. A garça imitava-me. Fez-me companhia toda a tarde e só não ligou a um pequeno rato que fugia desalvorado quase sendo atropelado por um dos pneus da frente.

Já a retemperar forças com uma cerveja fresca, um queijo seco e um pão alentejanos, jazia o corpo arranhado, mascarrado e cansado em frente de casa aproveitando a pouca sombra das videiras que nesta altura poucas ou quase nenhumas folhas delas ainda brotaram.
Mais adiante, um dos gatitos novos e semi-bravos (gaito-bravo??) compreendia-me plenamente e partilhava do mesmo repouso.
O sol temperava dourando aquele belo final de dia como que se de verão se tratasse.
Uma andorinha nova espalhava a sua irreverência serpenteando em várias direcções mas sempre numa circunferência próxima. Partilhava ela também comigo não o cansaço (esse partilhava-o eu com o gato) mas sim a alegria de estar ali e poder desfrutar o sabor não do queijo, do pão ou da cerveja mas sim da bênção de um dia maravilhoso, daquele momento majestoso.
Nisto não vai de modas e junta aos seus círculos voadores voos picados e rasantes sobre o pequenote e sereno felino, que rapidamente lhe lança o olhar arrebitando simultaneamente as orelhas. A andorinha piava de felicidade parecendo rir-se do que acabara de fazer. O gato abandonou a pose de perplexidade e regressou à de esfinge do deserto.

Eu? Eu estava pleno de realização e pensava na vida.
Adoro o Alentejo.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A ser verdade, cuidado, muito cuidado

19\05\2010

One never knows, dizem os americanos.
Mais vale prevenir dizemos nós.
Leiam isto e tirem as vossas ilações.

Aqui nasce uma nova etiqueta: saúde.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Quando há algo mais.

Fazer estrada é assim algo completamente extasioso (se é que o termo existe. Se não existe passa a existir)

Sempre que saio na Masil sinto uma enorme felicidade. Sinto-me livre e efectivamente feliz tal é o prazer que isso me dá.
E depois há momentos em que me sinto especialmente mais feliz ainda. Momentos em que certas imagens que os meus olhos captam e as fotografias não e que guardo comigo. Momentos esses cuja sensação transmitida é de tal forma que por mais que descreva não as conseguirei passar a terceiros.
Na estrada sou feliz quando:

- vejo os coelhos a saltar da berma e a cruzarem na frente do meu caminho;
- vejo a raposa parada no centro da estrada no alto da serra e que não se desvia à minha passagem;
- vejo os pássaros que me ladeiam durante alguns momentos e depois ziguezagueiam até mudarem de direcção;
- a estrada é só minha;




- no meu mp3 a música é deliciosa;
- estou em esforço numa subida;
- termino uma subida e o esforço diminui;
- sigo a direito rolando a grande velocidade na mudança mais alta;
- serpenteio serra abaixo a mais de 60 km\h;
- como e bebo;
- volto a comer e a beber;
- vejo uma paisagem extraordinária;
- apenas oiço a Natureza;


No final tudo se resume em chegar a casa com vontade de partir outra vez!

domingo, 16 de maio de 2010

Embrenhados.

16\05\2010
Arrábida (btt)

Mais uma noite mal dormida.
Aliando isto ao esforço do dia anterior e ao mal-dormido também, adivinhavam-se sérias dificuldades para hoje.

Às 08:00h lá nos fizemos ao caminho, com a quadratura novamente reunida: alex farol, mc daniel, jorgemback e eu.
A ideia era fazer mais km e tempo que o habitual mas cedo me pareceu que não seria possivel.

Não houve grandes novidades com excepção a um trilho que já não faziamos há muito tempo..

Viemos por aqui, virámos por ali, seguimos por além...

.. e quando demos por ela...

"Olhem ali.. é o Prédádor" (sotaque à bruno aleixo)

Afinal era só o mc daniel.

Com efeito, o trilho é todo ele um espectáculo e não fosse este obstáculo que obriga sempre a uma certa ginástica que incluiu um novo desporto - o arremesso da bike (não filmado porque não chegámos a acordo com a Federação respectiva para conceder autorização para tal porque esta ainda não existe Federação) - e era sempe a fundo.

video

Existe outro video mas que vou manter no arquivo para que possamos continuar a gozar a nossa liberdade incondicional!

Aos 30 km, apesar de me sentir menos mal, tomei o regresso conjuntamente com jorgemback (ainda à procura da forma perdida), ao passo que Farol e mc daniel seguiram adiante. Chegar cedo a casa permitiu-me lavar a fundo a Gt e a Mérida, que bem precisavam.

distância: 36km
altimetria: 750m
tempo: 02:50h

p.s. no post anterior esqueci-me de referir que vi a malta do "Limpar Portugal" em Azeitão a apanhar lixo junto à nova rotunda. Um acto e um movimento de louvar mas na minha humilde opinião é uma tarefa ingrata. Julgo que seria mais razoável sensibilizar consciências dos porcos deste país. E daí talvez não. Talvez a única forma fosse mesmo aplicar multas severas para quem deitasse lixo para o chão. Dava para tirar o país da crise.

sábado, 15 de maio de 2010

Oito Biscoito..ou algo do género.

15\05\2010
Ciclismo Arrábida

Ena tanta coisa na mesma volta. Vou tentar resumir e não ser maçador (gajo que amassa ou amaça).
A semana que agora termina correu bem: 3ª e 4ª natação e 5ª cycling. Pior mesmo foi na sexta Ikeaing (montar um móvel do Ikea. O que vale é que deu direito a oferta de um belo jantar) porque me valeu uma dor de pernas e uma noite mal-dormida.
Quando o despertador tocou às 07:00h da manhã ainda pensei duas vezes, mas o sono foi-se logo que pensei em pedalar. Mas o cansaço estava lá.

A volta pretendia ser uma espécie de oito mas acabou por sair um figurino impossivel de perceber (vêr aqui ).
A ideia original era arrancar de Setúbal pela EN10, virar para a Secil, subir às antenas seguindo para Azeitão, tomando depois o caminho EN10 em direcçao a casa virando novamente para a Secil e depois seguir junto ao mar até Setúbal.
Mas como me sentia cansado decidi que tinha que subir a serra hoje duas vezes pelos dois lados opostos: da Secil para as antenas e do outro lado, do Portinho para as Antenas (ganda maluco)

Não foi fácil. Foi mesmo a volta mais dura que fiz até à data.
Alguns pormenores:
- malta do btt andava com os copos fora de mão e por 3 vezes que nao esbarrei contra eles;
- encontrei uma equipa de ciclistas e no topo da serra segui um pouco na sua roda, até chegar a Setúbal. Foi bom ser assim "rebocado" a grande pedalada apesar das minhas forças já estarem nos mínimos.
- Azeitão ja não é o que era. Lá parei para comprar uma bebida energética e um "biscoito" (daí o nome da volta) e a azáfama que la verifiquei parecia hora de ponta de uma metropole.
- outros pormenores que enumerarei no tópico seguinte.

Assinalo os 80 km percorridos com uma altimetria de 1.450m, a velocidade máx atingida de 68 km\h e a média de 22 km\h. Só recordes batidos sem sequer pensar nisso.

Amanhã btt às 08:00h se as pernas e a cama me deixarem!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Maratona de Idanha-a-Nova Parte II

(continuação)


No dia o céu sempre estava carregado mas optei por não levar o impermeável.
Pouco dormido e com uma semana de constipação em cima que incluia uma tosse actual encrostada nos pulmões, interrogava-me sobre a minha condição fisica, mas sem preocupações.
Levantámos cedo para ir ao local da partida levantar os dorsais, dar um jeito na "fritadeira" do Heldinho e tomar um bom peq-almoço.

A PROVA


Cartaz


Altimetria
inscrição: 20 euros
Km anunciados: 50 e 100 km
Localização: Idanha-a-Nova
Às 09:00h em ponto chegávamos ao local de partida e a essa mesma hora britanicamente iniciou a prova.


Um enorme aglomerado não permitiu que os km iniciais deixassem os últimos (nós incluidos) rolar e uma enorme descida que foi afunilando vila fora também não ajudou. Não foi uma boa ideia da organização.
Paisagens deslumbrantes como seria de esperar desta zona lindíssima do país, com passagem em algumas delas que já conhecera em 2008 (Trilhos da Raia), ausência de single-tracks (meia-maratona) traduzindo-se num nivel técnico pouco exigente assim como o físico.

No inicio começou a chover e com o corpo ainda frio roguei pragas a mim próprio por nao ter levado o impermeável, mas foi "chuva de pouca dura" pelo que a decisão até acabou por ser acertada. Na segunda metade também cairam uns pingos mas aí já não foi incómodo.

O azar bateu novamente à porta:
Pelo meio ainda deu para rebentar um pneu que não aguentou uma pancada violenta num buraco que não pude evitar quando ultrapassava outro biker. Felizmente e apesar de usar kit tubless decidira levar uma câmara de ar suplente. Numa manobra rápida desfiz o kit e mesmo com o pneu rebentado a coisa aguentou.


Para o final estavam guardadas duas subidas sendo a última um autêntico Adamastor como não me lembro de alguma vez ter derrotado. Esta é a imagem principal que guardarei desta prova.
Os pontos de abastecimento foram 2 (mais uma ou outra zona de abastecimento de água) e eram fartos em variedade de alimento e bebida. Mal parei num deles para agarrar uma água e um chipicao (ou algo do género)
Os banhos correram bem assim como o alomoço. Pouca fila e instalações com comodidade em ambos casos. Nota 5 para a Organização neste capitúlo.
Conclusão final: Ficou a saber-me a pouco. Nunca me senti cansado (excepção feita ao Adamastor) apesar de ter imposto um ritmo elevado.
.


O melhor: boas paisagens; boa organização; as sinalizações pareceram-me mais que suficientes e digo pareceram porque utilizei o gps (uma estreia que correu bem) e como tive sempre gente no horizonte (outra estreia - nunca andei sozinho o que não me é usual) nunca se deu qualquer momento de desorientação; os abastecimentos e o almoço.
.


O pior: a descida inicial (que acabaria por vir a ser a subida final) provocou demasiada confusão; a ausência (compreensivel) de um ou outro single-track.
Frase que a marca: a walk in "da" park!
.

Fica aqui a maratona registada no garmin: http://connect.garmin.com/activity/33163666
(a altimetria bateu certo com o anunciado; aquela subida final e sprint até à meta fez disparar o RC cá de uma maneira)

p.s: aguardo por fotografias que colocarei depois.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Maratona Idanha-a-Nova Parte I

Sexta, 08\05\2010

Como habitualmente os planos sairam todos trocados. Nestes dias o trabalho acaba sempre por complicar a vida e Aveiras às 19:00h da tarde passou para muito depois.
A ideia era chegar cedo a Idanha já jantados e proceder logo ao levantamento dos dorsais. Assim não foi possivel.
A jogar fora de casa "optámos" pelo 4-2-4: quatro atletas, duas mulheres e quatro crianças (houve um elemento que ficou por terra a deitar cá para fora as suas entranhas...)

A viagem decorria bem até ao momento que numa desmarcação pela Repsol adentro, Alex faroleiro esguia-se para a esquerda contornando a zona de abastecimentos. Desta vez talvez com pouco farol, não viu o delimitador de altitude que se situa antes do estacionamento de ligeiros e PIMBA... sai pazada com as bicicletas (que seguiam dormindo no topo do seu automovel).
Corrijo, pazada com a bicicleta. No meu carro e ao meu lado, Helder fitava incrédulo o delimitador a baloiçar ao sabor do som que a sua Santa Cruz emitia.
Rápidamente acorremos em seu socorro que nem Inem desalvorado, entre risos e gargalhadas. Resultado: fractura exposta do cabo do travão de disco da fente, carinhosamente apelidado de "fritadeira" pelo seu tamanho (200mm).

A ameaça de um porradão de chuva pairava no ar quando chegámos. Olhámos para o céu minutos antes de recolher aos magnânimos aposentos caridosamente cedidos pelos progenitores do Mc Daniel (os meus sinceros agradecimentos) e o céu estava estrelado. Fomos dormir descansados, isto não sem antes ouvir um recital fadista (de timbre vocalico único) magnificamente entoado pela Diana, a bébé mais bébé do grupo que com esta actuação conquistou a "Palma de Idanha-a-Velha" (estávamos em Idanha-a-Nova mas transmissão chegava lá longe).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Azáfama

06\05\2010

Podia ser o nome de uma nova contratação do Benfica para a próxima época.
Mas não. Azáfama relata bem o meu dia:
Manhã de trabalho,
hora de almoço encurtada com uma passagem pela oficina para resolver um pequeno problema pontual no automóvel
À tarde mais trabalho com reunião em Lisboa
(no caminho de regresso comi uma "bucha" nos intervalos de uma tosse que não me larga e de um latejar de uma dor de cabeça)
Chegar e pegar na Mérida para últimas verificações.
Depois de uma curta volta (São Paulo, estrada nacional Lx, calçada romana até ao Viso e pouco mais) surgem 2 problemas:
- alterar o pneu da frente para um cardado mais largo (la se desenrascou um IRC Mithos 2.1 tubless)
- as pastilhas novas dos travões a "agarrar" no disco traseiro (já pressionado pelo tempo voltei a colocar as pastilhas velhas. Novo teste e voltei a destrocar pq estas já não travavam um chavo. Ajuste daqui e dali e ficou bom. Até ver...
- colocação do suporte para o GPS

Depois foi tomar um banho, jantar num ápice e vir fazer os "sacos" de viagem: um com a roupinha casual e outro com toda a panóplia pedaleira (camelbak vai o mais pequeno, roupa vai para o calor, para o frio e para a chuva, ferramentas, capacete, isostar e geis, etc, etc)
Por esta hora ainda falta sacar o track GPS que a organização da maratona ficou de disponibilizar... por e-mail (não reparei neste pormenor). A ver se chega a horas.

E pronto.
Realmente é preciso gostar muito disto.

terça-feira, 4 de maio de 2010

ai ai ai ai, ai ai amor...

04\05\2010



O titulo é o refrão de uma musica banda sonora do Desperado e retrata o seguinte sentimento:



Num desporto tão emocionante, caem sistemáticamente "nódoas" atrás de "nódoas". Numa altura de crise em que os patrocinadores já não abundam, estes casos ainda os ajudam a afastar mais.Por este andar qualquer dia... (a próxima prova a disputar este fim-de-semana ja encolheu de 5 para 4 dias - Dunquerque)

Uma palavra a Tiago Machado que entrou no raking mundial da UCI. Espero que sem doping (ahahahah, i´m so naif).



Entretanto a preparação final para Idanha está a cargo de uma constipação que me ofereceu mais uma semana sem praticar qualquer modalidade (este ano está a ser uma bela m***).
Com tanto comprimido, vamos lá a ver se não sou eu a próxima vitima das teias do doping.
Muito bom!

domingo, 2 de maio de 2010

Dia da mãe.

02\05\2010
Arrábida


Última volta antes da maratona de Idanha. Previamente combinado, esta teria de ser uma grande volta para testar as nossas capacidades.

Compareceram à chamada os 3 do costume (o bullas tb veio mas antecipou-se e partiu sozinho. Soube mais tarde que a meio da manhã tb se ia partindo todo vitima de uma violenta queda por falha do travão da frente).
Também eu ando praticamente sem travão dianteiro e o meu crank chocalha por todos os lados. Mais uma revisão no horizonte...


A volta foi boa: um pouco do habitual mais uma visita à falésia e arredores de Azeitão. A descida inicial ingreme, a passagem vertiginosa e uma descida depois à esquerda com uns drops de umas pedras são momentos de libertam 200gr de adrenalina. Sabe sempre bem.

Eis o single-track da falésia


Depois há que começar a subir em direcção ao Parque de Campismo.

Esta fotografia, apesar de ser num estradão, é reveladora de muito do prazer que é fazer btt.



Abaixo fica mais uma pequena mariquice para mais tarde recordar.
video




Em seguida foi bom fazer o Xico-das-Saias finalmente sem lama, subir o fim-do-mundo, descer do Alto das Necessidades pelo estradão e subir até ao cai-de-costas e o cai-de-costas.
Continuámos pelos moinhos ao contrário até Palmela e já sozinho ainda subi para fazer o estradão do castelo em velocidade tal que me faz sempre agradecer à suspensão total!

O pior da volta foi chegar ao Elefante e não estar ninguém de serviço para me trocar uma nota de cinco aérios (já não caio mais no erro de não levar moedas).




contas finais:
distância: 52 km
tempo: 03:40 h
altimetria: 1.150 m